Viagem tranquila: 5 dicas para não ser barrado em aeroportos internacionais

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Viajar é um momento mágico pra muita gente. Conhecer novos ares, novos rostos e novas histórias. Talvez, quem sabe, aquela praia badalada onde você já se vê estreando o look do próximo verão!

Mas por sabermos que sonhos também viram pesadelos, é comum sentirmos aquele friozinho na barriga ao fazer as malas. Será um voo tranquilo? Minhas bagagens vão chegar certinho? E o hotel?… Enfim, essas e outras caraminholas.

E um dos medos frequentes é justamente quanto à chegada ao país, passando pela imigração. Ali é o momento onde a aventura de fato começará, ou tudo começará a desmoronar.

Carrascos da imigração?

Não, o problema não se limita ao estado de humor do agente de imigração. Independente dele (de quem já não se deve esperar sorrisos), é preciso estar preparada(o). Se você estiver com todos os documentos regularizados, não há porque temer uma deportação. Mas além dessa obviedade, e de checar as exigências específicas do país, outras regrinhas de conduta podem ajudar a não ser barrado em aeroportos internacionais.

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Atenção para 5 dicas fundamentais!

1. Quantidade de malas

Um número de malas aparentemente grande demais para o tempo de permanência informado levantará muitas suspeitas. Você poderá ser conduzida(o) para esclarecimentos (para provar que não deseja morar ilegalmente no país). Então, quando for montar a bagagem, calcule melhor a quantidade de roupa que levará para cada passeio, sem excesso.

2. Apresentação adequada

Não precisa vestir social para chegar ao país, imaginando que assim irá causar boa impressão. Às vezes, levanta mais suspeitas! Por outro lado, não é nada bom chegar usando vestidinho e chinelo, por exemplo. Dependendo da cultura do país, poderão solicitar mais informações sobre suas finanças e intenções (“ou estaria entrando no país para trabalhar?!”). Enfim, tempo perdido respondendo perguntas perfeitamente evitáveis! Use roupas básicas e discretas!

3. Tenha tudo impresso

Leve separados, na bagagem de mão, a passagem de volta e os demais “impressos” (reserva no hotel, informações de contato, etc.). Alguns destinos solicitam a apresentação das reservas de hospedagem. Certos países europeus (como França e Espanha) exigem o pagamento de um seguro-assistência de 30 mil euros, a título de cobertura mínima.

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4. Atenção para as redes sociais

Os agentes podem, ainda, checar o “perfil” da pessoa. Antes da viagem, tenha o cuidado de excluir qualquer post que possa sugerir algo antipático ao país (exemplo: se seu sonho é conhecer as pirâmides, um “meme” compartilhado pode às vezes gerar mal estar num país de maioria islã, como o Egito).

5. Dinheiro na bagagem de mão: além de certa quantia em espécie para apresentar caso peçam, um cartão internacional ajuda muito. Na União Europeia podem ainda exigir uma comprovação de, no mínimo, 65 euros para cada dia de sua estadia.

Clareza e sinceridade

Finalmente, relate objetivamente as razões da visita, os dias de permanência, os locais que pretende visitar, etc. Se constatarem inconsistência de informações, você corre o sério risco de começar suas férias num indesejado city tour pelas salinhas de interrogatório do setor de imigração.

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